segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O Instrumento mais caro do mundo

Stradivarius - Lady Blunt
Ao entrarmos numa loja de música podemos encontrar acessórios e instrumentos musicais a preços muito acessíveis e outros que chegam a alguns milhares de euros.
Contudo, o que nunca veremos à venda nestes espaços, é algo como  o violino Stradivarius "Lady Blunt".

Concluido em 1721 pelo luthier italiano Antonio Stradivari, foi vendido em leilão a 20 de Junho de 2011 em Londres por £9,808,000, sensivelmente 12 milhões de euros.
De acordo com  site oficial do Guiness World Records, este valor transforma este violino no instrumento musical mais valioso de sempre!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Playback extremo - Esqueci-me da guitarra eléctrica para este solo… mas não importa, faço com esta mesmo

Estamos habituados a ver performances com playback na televisão, umas mais bem conseguidas que outras, é certo.
Algures na Rússia, o músico de uma banda, levou ao extremo a sua representação.
A brincar, por esquecimento, ou problemas logísticos, no momento do solo, eis como ele resolveu a situação.

Esqueci-me da guitarra eléctrica para este solo… mas não importa, faço com esta mesmo!




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quarta-feira, 2 de julho de 2014

A melhor canção de sempre (Vencedor)

Desde 28 de Maio que, com os vossos votos, temos procurado qual a melhor canção de sempre.
O resultado das eliminatórias trouxe-nos até à final entre Stairway To Heaven dos Led Zeppelin e Bohemian Rhapsody dos Queen.

Obrigado pela vossa participação, e por terem tornado tão interessante este concurso!
E sem mais, o vencedor é...




Bohemian Rhapsody - Queen



terça-feira, 1 de julho de 2014

quarta-feira, 25 de junho de 2014

A melhor canção de sempre (Final)

Chegámos à última votação para eleger "A melhor canção de sempre"

As músicas que ultrapassaram todas as etapas foram Stairway To Heaven (Led Zeppelin) e Bohemian Rhapsody (Queen)

Quem é o vosso favorito?










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terça-feira, 24 de junho de 2014

Benefícios da música para crianças

Assistimos, a um interesse crescente nos últimos anos dos pais, pela educação musical dos seus filhos.
Não só na iniciação musical com a primeira exposição às dinâmicas de grupo, aos sons e ritmos, como também desde o ensino primário e básico ao investimento na aprendizagem de um instrumento.
Melhor que ninguém, os pais sabem o que investigadores, psicólogos e neurocientistas de todo o mundo têm vindo a comprovar. 

Que todas as crianças reagem positivamente à música e que os estímulos recebidos emprestam muito mais do que bem estar e divertimento.

O efeito Mozart
Na verdade, muito mais que o famoso efeito Mozart, as áreas trabalhadas, desenvolvem variadíssimas competências e estabelecem e potenciam importantes ligações neuronais para desempenhar futuramente praticamente qualquer actividade intelectual.

Quando acompanhadas regularmente, estimuladas e motivadas para os sons, ritmos e linguagem musical geral num ambiente educativo e social certo e equilibrado, podem usufruir e beneficiar das seguintes valências, tal como temos vindo também a constatar no trabalho desenvolvido na Academia de Música da Scherzo onde destacamos:

Expressão Musical
A componente social e emocional, dado que as aulas permitem gerar auto-estima, espírito de grupo e valores de inter-ajuda, companheirismo e solidariedade.
A coordenação motora, inclusivé a motricidade fina, ganha através da dança, exercícios e jogos musicais e do contacto com os variados instrumentos leccionados na Scherzo.
A criatividade, desenvolvida no improviso e jogos didácticos e a melhoria dos níveis de concentração e capacidade de tempo focado numa tarefa, transposta posteriormente para o aproveitamento escolar.
De igual modo, a par com a musicoterapia implementada no nosso programa, todas estas actividades podem contribuir positivamente para um crescimento saudável e equilibrado das crianças.


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sábado, 21 de junho de 2014

Porque é que o facebook é azul?

Mark Zuckerberg
Quando uma empresa se lança no mercado, para além de querer que os seus serviços e produtos suplantem os da concorrência, preocupa-se igualmente com a imagem que transmite e o design da sua marca.

Os publicitários, agentes de marketing e profissionais de design sabem que nós, o consumidor final, reagimos espontaneamente a uma cor, atribuindo a cada uma delas um sentimento ou reacção.
Investigações recentes afirmam que o verde claro entrega-nos a um espírito de confiança perante a marca, o amarelo optimismo, o laranja confiança e companheirismo, entre outros.

Dado que na Scherzo, ainda não desenvolvemos estudos de psicologia comportamental ou neurociência, acreditamos igualmente que assim seja!

O gigante Facebook, não podia ser excepção.... ou pode?

De acordo com o New York Times, a razão principal para a escolha de cor do template do facebook, centra-se no facto de Mark  Zuckerberg, o fundador da actual maior rede social do mundo,  ser daltónico.
Zuckerberg afirma que, não distinguindo cores como o verde e o vermelho, o azul apresenta-se como a cor mais viva e definida para ele.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

A melhor canção de sempre (Semi Final)

Chegámos à Semi Final para a eleição d' A melhor canção de sempre.

Os vossos votos escolherem estes quatro finalistas.

Quem se irá enfrentar na Final?

(Votações abertas para a Semi Final até 22 de Junho)





VOTA AQUI
(Preencher e submeter este formulário)









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      DATAS:
        28 de Maio     1ª Eliminatória
        4 de Junho      2ª Eliminatória
        11 de Junho    Quartos de Final
        18 de Junho    Semi-Final
        22 de Junho     Final

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Problemas que a música pode resolver

Problemas que a música pode resolver
São bem conhecidos os artigos e estudos das mais variadas instituições sobre os efeitos benéficos da música, quer como ouvinte, quer como praticante.
Referimo-nos não só à activação e desenvolvimento de neuro-transmissores, a uma melhoria de tarefas cognitivas, de raciocínio e lógica, como também à estabilização do metabolismo e bem estar emocional.

O neurologista Oliver Sacks, no documentário Alive Inside, que trata de como pacientes com Alzheimer e outras patologias de demência reagem positivamente quando ouvem as suas músicas favoritas no iPod, diz que a música consegue ter um impacto mais profundo no nosso cérebro do que qualquer outra experiência.


Baseado em diversos estudos científicos, que efeitos pode a música ter em nós?


CRIANÇAS PREMATURAS


Alguns bebés prematuros necessitam de cuidados continuados e intensivos na maternidade para poderem estabilizar o seu peso.
Para facilitar este processo, encontramos já alguns hospitais que adoptaram a  música como forma terapêutica. 
Uma equipe de investigadores canadianos descobriu que, recém nascidos expostos a música apresentavam menores níveis de dor e melhores hábitos alimentares.  


Sabe-se ainda que, as funções fisiológicas,  (batimentos cardíacos, tensão arterial, níveis de O2) e recuperação dos níveis de energia são melhoradas com o uso de musicoterapia nos cuidados neonatais


LESÕES CEREBRAIS


De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) as doenças neurológicas, da enxaqueca à demência, afectam 1 bilião de pessoas em todo o mundo, estando os números a aumentar em proporção, com o envelhecimento da população,
Do grupo que apresenta lesões cerebrais graves, uma percentagem considerável é deixada com graves limitações de motricidade e de fala, sendo que, como tratamento, alguns investigadores têm utilizado como recurso a música, de forma a estimular as áreas do cérebro que coordenam estas funções.

Quando proporcionada a oportunidade de andarem ou dançarem com um determinado ritmo, pacientes com lesões neurológicas podem readquirir simetria e balanço corporal.

Ainda crianças com autismo, quando submetidas a musicoterapia, apresentam evoluções marcadas na articulação de palavras ao vocalizar determinadas letras de canções em diferentes ritmos e tonalidades, encorajando ainda melhores interacções e competências sociais.


PERFORMANCE DESPORTIVA



Em 2005, num estudo da Brunel University, de  Londres, previa-se que, a prática de uma actividade desportiva ouvindo música, elevaria o desempenho atlético até 20%.
Não tendo encontrado uma playlist definitiva, o Dr. Karageorghis, responsável pela investigação, afirma que, cada um, consoante o desporto e o ritmo exigido, deverá eleger as suas músicas.







DOENÇAS CARDÍACAS



Como tratamento e paliativo na recuperação e prevenção de ataques cardíacos, indíviduos submetidos a musicoterapia, notaram níveis mais baixos na medição da pressão arterial e redução dos níveis de ansiedade, promovendo assim, uma maior saúde cardiovascular. 






ILITERACIA

Quem o diz são dois autores da Long Island University, dos Estados Unidos da América que, tendo dois grupos com características demográficas semelhantes, um aprendeu notação e teoria musical, e o outro não.
Ambos foram testados em nos níveis de literacia antes e depois do ano escolar, sendo que o primeiro grupo, apresentou um resultado médio muito superior.




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sábado, 14 de junho de 2014

Se as lendas do rock fossem vivas

A Sachs Media, uma empresa de comunicação, marketing e entretenimento, contratou a Phojoe, cuja actividade é criar retratos robô para pessoas desaparecidas, para utilizarem a sua tecnologia em estrelas da música como Jim Morrison, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Elvis Presley e Kurt Cobain.
É assim criada uma oportunidade única de conhecer e ver envelhecidos alguns dos ícones da música do século XX.

Intitulado Rock & Roll Heaven, este trabalho pretende ser, nas palavras do director executivo da Sachs, Ron Sachs, um tributo a algumas das maiores lendas da história da música. Através de uma série de imagens, esperamos honrar a sua memória e reavivar alguma da magia que trouxeram a milhões de fãs.
 
Kurt Cobain
Frank Micelotta, GettyImages / Sachs Media Group


Jimi Hendrix
Experience Hendrix / Legacy Recordings / Sachs Media Group

Janis Joplin
Evening Standard, Hulton Archive, Getty Images / Sachs Media Group

John Lennon
Keystone, Hutton Archive, Getty Images / Sachs Media Group

Elvis Presley
Getty Images / Sachs Media Group


Jim Morrison
Youtube / Sachs Media Group



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O duelo de Beethoven e Steibelt

Ludwig Van Beethoven
No século XIX em Viena, era comum disputarem-se duelos musicais no meio aristocrático.
Como forma de entretenimento, os mais proficientes pianistas improvisavam e apresentavam as suas melhores habilidades técnicas e musicais, desafiando-se mutuamente.

Daniel Steibelt, natural de Berlim, foi um pianista e compositor exímio no seu tempo que, tendo vivido também em Paris e Londres, acabara de chegar a Viena e, sabendo destes encontros, desafiou um jovem, de seu nome Ludwig Van Beethoven, na casa do conde Moritz Von Fries

Steibelt, apoiado pelo príncipe Lobkowitz foi o primeiro a mostrar o seu virtuosismo.
Tal como lhe era reconhecido, tocou a sua última composição com um estilo enérgico e marcado, recebendo efusivos aplausos do público presente.

De seguida, Beethoven, relutantemente avançou para o piano e, agarrando na partitura que Steibel acabara de tocar, virou-a ao contrário.

Tocou as quatro primeiras notas do compasso de abertura e começou a improvisar variações, a embelezar e ornamentar de forma cada vez mais complexa as frases musicais e gradualmente a acelerar o andamento e a aumentar a dinâmica da obra, ao mesmo tempo que ridicularizava as expressões e os tiques de Steibelt.

Este último, sentindo-se não só vencido como humilhado e gozado, saiu da sala afirmando ao seu anfitrião que nunca mais regressaria a Viena enquanto Beethoven fosse vivo.

Não até hoje registo de que Steibelt tenha regressado a Viena...


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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Peter Blake - O Mural do Royal Albert Hall

Peter Blake, o nome responsável pelo design da famosa capa do álbum Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Band dos Beatles, realizou uma montagem semelhante para uma das mais conceituadas salas de espectáculo do mundo, o Royal Albert Hall.

São exibidas mais de 400 figuras do mundo da arte, da cultura e ciência espalhadas neste tríptico, que tenham feito em algum momento uma  apresentação nesta mítica sala fundada em 1871.
Podemos encontrar Jimi Hendrix, David Bowie, Brian May, Luciano Pavarotti ou Buzz Aldrin, Muhammad Ali e Winston Churchill.

Quantas figuras que marcaram a nossa história conseguem encontrar?





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A melhor canção de sempre (Quartos de Final)

Dos 32 temas seleccionados a 28 de Maio, já só estão 8 em competição.
Novamente será o teu voto a eleger quem avança para a Semi Final.

Vê o resultado da 2a eliminatória e, para participar nestes quartos de final, basta escolher e clicar no favorito em cada confronto directo.

(Votações abertas para os Quartos de Final até 15 de Junho)




VOTA AQUI
(Preencher e submeter este formulário)











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    DATAS:
      28 de Maio     1ª Eliminatória
      4 de Junho      2ª Eliminatória
      11 de Junho    Quartos de Final
      18 de Junho    Semi-Final
      22 de Junho     Final

terça-feira, 10 de junho de 2014

Curso Online de Guitarra Rock

Este Verão não já não há desculpas para não tocar aquela riff da nossa banda preferida, o solo que andamos há meses ou anos a tentar dominar, desenvolver uma técnica segura, velocidade e endurance na guitarra eléctrica, ou aliar os conhecimentos que já se tem a uma base sólida de teoria e formação musical.
Para quem tem uma actividade profissional ocupada, pouca disponibilidade para se deslocar a uma escola de música, ou opta simplesmente pelo conforto de casa para aprender, a Academia de Música da Scherzo promove o Curso Online de Guitarra Rock.

                                                                     


Dispomos de quatro módulos, consoante o que quiser aprender ou desenvolver:
MÓDULO 1 - Do início
MÓDULO 2 - SOS Acordes
MÓDULO 3 - Escalas
MÓDULO 4 - Os Grandes Solos do Rock

MÓDULO 1 - Do início
4 aulas repartidas em duas semanas para quem está mesmo a dar os primeiros passos no mundo da guitarra eléctrica. São abordados temas como os elementos e componentes da guitarra eléctrica, a postura correcta, ataque de palheta e diferentes movimentos (Alternate Picking, Inside Picking, Outside Picking), bem como dados exercícios e técnicas iniciais de ritmo e solo e bases de leitura de partitura, notação musical e tablatura.
Preço: 80€

MÓDULO 2 - SOS Acordes
Se Cmin7b5, F7#9, A6/9, Bsus4, D13b9 são nomes de acordes que não lhe dizem nada, este é o módulo para si.
Serão 4 aulas em duas semanas, inteiramente dedicadas a compreender a construção de acordes e a sua aplicação prática em contexto musical e, naturalmente a execução ao longo de todo o braço da guitarra.
Desde tríades maiores, menores, diminutas e aumentadas e respectivas inversões a acordes harmonicamente mais ricos, o módulo inclui diversos exercícios e padrões rítmicos em diferentes tonalidades para se tornar fluente não só no seu vocabulário musical, como na transição de acordes e onde e quando os aplicar correctamente.
Preço:85€

MÓDULO 3 - Escalas
As escalas e modos continuam a ser uma grande dor de cabeça para muitos guitarristas.
Este módulo visa responder à pergunta mais usual “Que notas devo usar sobre esta progressão de acordes?” ou “Qual é a escala certa para solar nesta música?”
Por que há muito mais para além da pentatónica menor na primeira posição, serão dados exercícios, frases musicais e todas as escalas pentatónicas maiores e menores, diatónicas e respectivos modos (Jónio, Dório, Frígio, Lídio, Mixolídio, Eólio, Lócrio) e usados em contexto musical concreto.
Em 4 aulas (60 minutos cada) prometemos tornar claro não só a teoria por trás da construção de escalas, como a sua aplicação correcta na guitarra.
Preço: 85€

MÓDULO 4 - Os Grandes Solos do Rock
2 aulas (60 minutos cada) para trabalhar o estilo, as frases e a técnica individual de cada artista.
Todas as aulas incluem a partitura / tablatura em PDF e backing track, bem como uma explicação detalhada de cada compasso e diferentes exercícios para ultrapassar as dificuldades técnicas e musicais. Estão disponíveis os seguintes solos para aprender, escolha o seu e ligue-se à Scherzo.
Another Brick In The Wall (Pink Floyd)
Bohemian Rhapsody (Queen)
Crazy Train (Ozzy Osbourne)
Enter Sandman (Metallica)
Highway Star (Deep Purple)
Highway To Hell (AC/DC)
Hotel California (The Eagles)
Jump (Van Halen)
Living On a Prayer (Bon Jovi)
Mr. Crowley (Ozzy Osbourne)
One (Metallica)
Smoke On The Water (Deep Purple)
Stairway To Heaven (Led Zeppelin)
Sultans Of Swing (Dire Straits)
Sweet Child O’ Mine (Guns N’ Roses)
Symphony Of Destruction (Megadeth)
Time (Pink Floyd)
Under a Glass Moon (Dream Theater)
Preço: 45€

A Capa de OK Computer - Radiohead

Os Radiohead foram uma das bandas mais criativas e inovadoras da década de 90.
Liderados por Thom Yorke desde 1991, compuseram diversos álbuns, destacando-se o trabalho de estreia de Pablo Honey (1992), a sonoridade rock-espacial de OK Computer (1997) e Kid A (2000) . Este último chegou mesmo a ser nomeado como o álbum da década pela revista Rolling Stone.

Para os fãs da banda britânica, que a certo momento foi considerada como a sucessora dos Pink Floyd, o trabalho gráfico das capas dos álbuns era tão admirável e importante quanto a sua música.
Em OK Computer, numa colabaração entre o vocalista Yorke e o designer gráfico Stanley Donwood, entre desenhos e esboços feitos à mão e colagens gráficas computorizadas, nasce a imagem distorcida  do álbum.
Tentando captar as suas preocupações sobre o consumismo, a globalização e uma certa paranóia do mundo moderno, Yorke, falando sobre a capa, diz:
"É algo a ser vendido a quem não quer realmente comprar, e alguém sendo amigável somente porque quer vender algo. 

Fontes:
(NME Magazine; Exit Music: The Radiohead StoryRolling Stone Magazine)


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